Boletim ADUFPI: Audiência com o juiz responsável pelo processo dos 3,17%
I. Audiência com o juiz responsável pelo processo dos 3,17%
Em Assembléia realizada no dia 24 de novembro de 2011, no auditório da ADUFPI, a Assessoria Jurídica da ADUFPI explanou aos professores sobre a possibilidade de formação de uma Comissão representativa dos docentes a fim de realização de audiência com o juiz responsável pelo processo dos 3,17%. Nesse sentido, a assembleia geral da ADUFPI elegeu a seguinte comissão: Mário Ângelo de Meneses Sousa, Joaquim Vaz Parente, Francisco Carlos Marques da Silva, Célia Costa Ferreira e Maria Cláudia Loureiro Alves Muniz Moita.
Assim, aos dias 14 de dezembro do corrente ano, estiveram no gabinete do Dr. Gustavo André Oliveira dos Santos, magistrado da 1ª Vara Federal, a Comissão formada pelo presidente da ADUFPI, Professor Mário Ângelo, o vice-presidente, Joaquim Parente e o professor Francisco Carlos Marques da Silva do Departamento de Química, bem como a representante da Assessoria Jurídica - Escritório Helbert Maciel Advogados, Drª. Arianne Fernandes, que discorreram sobre a ânsia e importância do aludido processo no seio da Instituição, bem como sobre a necessidade de agilidade no trâmite.
Diante de contundentes argumentos, o Nobre Magistrado comprometeu-se em tornar célere os atos a ele concernentes, porém, passou a explicar o futuro trâmite, vejamos:
Primeiramente, o Dr. Gustavo André Oliveira dos Santos agilizará a decisão que enviará os autos para a Contadoria Judicial Federal, onde os contadores públicos analisarão os cálculos apresentados pelas partes.
Quanto a este setor não temos nenhuma gerência, pois é o responsável por todos os cálculos da Justiça Federal, assim, o MM. Juízo aproximou um prazo de dois a três meses para a análise dos Contadores.
Acostado o relatório contábil, os autos retornarão ao gabinete do magistrado e, inexistindo incidentes processuais, abrir-se-á vista às parte no prazo de 05 (cinco) dias a fim de que se manifestem sobre os cálculos apresentados pela Contadoria da Douta Justiça. Em seguida, relatou que sentenciará.
Insta salientar o comprometimento do Dr. Gustavo em dar celeridade ao processo nos atos que dependerem de sua competência e ressaltou, ainda, a impossibilidade de declarar o lapso temporal de trâmite do processo.
II. Manifesto: Movimento Social em Defesa da UFPI
Os recentes acontecimentos envolvendo a Universidade Federal do Piauí (UFPI), os quais culminaram com a presença, no noticiário nacional, da informação de que a mais importante instituição de ensino superior do Piauí coleciona irregularidades, convoca a todos os cidadãos e cidadãs piauienses e brasileiros a uma tomada de posição.
É nesse contexto que se configura o Movimento Social em Defesa da UFPI, uma iniciativa cidadã que, conjugando diferentes forças do movimento social organizado – de professores, de estudantes, de organizações comunitárias, de artistas, de mulheres, de trabalhadores e de trabalhadoras de modo geral –, deseja que toda a corrupção hoje reinante na UFPI seja passada a limpo.
Não é tolerável, a nenhum brasileiro de modo geral e a nenhum piauiense de modo particular, aceitar passivamente que a nossa UFPI pretexte manchetes como as que circularam no jornal O Globo do dia 11 de dezembro: “As fraudes do senhor Reitor”, “Cátedra de corrupção” e “Na UFPI, devassa inédita em 40 anos”. Clique aqui e veja reportagem d’O Globo (pág1), (pág2),(pág3).

As manchetes d’O Globo, devastadoras para a imagem da instituição, secundam outras ainda mais graves publicadas aqui mesmo, tais como “Improbidade, autoritarismo e perseguição política transformam a UFPI numa Venezuela tupiniquim”, publicada pelo semanário “Tribuna do Piauí” ainda em janeiro do ano passado. Clique aqui e veja
Face a esta situação, cuja gravidade exige uma imediata tomada de posição, constitui-se, neste fatídico dezembro de 2011, o Movimento Social em Defesa da UFPI, o qual, numa ação política limpa, responsável e honesta, procurará dar uma basta na corrupção hoje reinante na UFPI.
Por democracia, justiça e decência na UFPI!
III. Absurdo: na UFPI parada de ônibus custa mais caro que casa própria
A Universidade Federal do Piauí está renovando as paradas de ônibus do Campus de Teresina. Segundo a matéria publicada no site da Instituição o valor investido na obra é de R$ 617.482,55 para construção de 18 paradas. Cada parada custará 34.304,58 reais, valor mais elevado do que uma casa popular (entre 20 mil e 30 mil reais) ou de um carro popular (entre 25 e 35mil reais). O valor abusivo não foi justificado pela Administração Superior da Universidade.
Veja a matéria na íntegra: http://www.ufpi.br/noticia.php?id=20430
IV. Tablet VIVO: venha adquirir o seu na ADUFPI
A empresa de telefonia Vivo está com um stand de plantão de segunda à sexta, das 8 às 12h e das 14 às 18horas, na ADUFPI, com o plano vivo tablet. A Vivo está ofertando, por tempo limitado, um pacote de dados de 4G por 99,90 reais ao mês. Além disso, tem tablet a partir de 799,00 reais.

Caro docente, acesse o site da ADUFPI (www.adufpi.org.br) para ficar sempre informado, pois constantemente estamos atualizando. Para ler os Boletins Eletrônicos anteriores clique aqui.
Teresina, 19 de Dezembro de 2011.
A Diretoria.
Em: 19/12/2011 17:18:00
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